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ENCONTROS BRASILEIROS DE                         DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS

X ENCONTRO BRASILEIRO DE DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS                            BONS PLANETAS SÃO DIFÍCEIS DE ENCONTRAR - de 22 a 26 de junho de 2011

Nesses encontros podemos viver experiências inesquecíveis e chegar a conclusões surpreendentes.

COMPROVADO: O MUNDO PARALELO EXISTE!
Existe, tem endereço e formas de chegar lá. A princípio a gente pensa que é acessível a qualquer pessoa, mas depois é possível constatar que tem algumas condições especiais para estar lá.

Além de endereço e condução esse mundo abre seu Portal de Luz em uma época específica do ano, que se fecha 4 dias depois, reabrindo somente após 360 dias em média.

O que dá pra perceber é que as pessoas que lá se encontram, planejam essa viagem por meses e ficam imaginando o que vai acontecer, mas sempre se surpreendem. 

No dia da abertura do Portal, as coisas começam a acontecer em diferentes partes de um país chamado Brasil, que é o único país no mundo com nome de árvore. É claro que um portal assim só poderia estar em um lugar como esse.

Pois é, dessas diferentes partes as pessoas saem de suas casas em direção a aeroportos, rodoviárias ou em seus próprios carros, carregando umas roupas um pouco diferentes (às vezes muito diferentes) daquelas que usam no dia a dia e iniciam a sua jornada. 

As que vão de ônibus ou avião se encontram por volta das 2 da tarde em um lugar interessante, cheio de atividades culturais: danças, exposições, aulas. Mas na verdade, ninguém olha muito pra essas coisas, pois ficam procurando uma concentração de malas, e quando acham... abrem sorrisos, os braços para os abraços, celebrando os reencontros e logo depois viram amigos de infância de pessoas que nunca viram na vida. É um fenômeno digno de ser estudado pelos profissionais e acadêmicos da área de comportamento humano.

Aí chega o meio de transporte, que parece um ônibus comum, mas na verdade é uma nave que leva esses seres especiais para o Mundo Paralelo.

Ao chegar lá todos passam pelo Portal e tudo que está fora é esquecido. É claro que essa é uma opção de cada um. O livre arbítrio funciona. Todos têm a opção de se desligar, se quiser, pois lá dentro estão disponíveis os meios de comunicação com o mundo real. É claro que isso deve ser obra das Embruxas que vivem por lá e que não querem que as pessoas sejam completamente felizes.  Ah, sim!!! É bom explicar. O Mundo Paralelo tem nome: Embu, e como o nosso mundo, também é dual. Tem as Embruxas que são as tentações/provações e tem as Emboas que são as fadas que nos proporcionam momentos de encantamento e reflexão.  As pessoas é que decidem do que desfrutar!

Nesse lugar as pessoas se transformam! Todas se dão as mãos e dançam lindamente, quase sem parar, lideradas pelas Emboas (tem uns Embons também). São elas/eles que trazem informações e convidam seres interessantes que fazem com que as pessoas passeiem pelos salões e pela própria consciência. Nos salões, rodeados por uma natureza sorridente que tem fontes, pássaros que voam e pássaros de pedra (existe até uma lenda sobre eles), encontramos Guardiões da Natureza, Casal Cha-cha-cha, Guerreiros do Coração, Heróis e Heroínas em jornada, Príncipes, Princesas, Aladim, Noivo, Noiva, Caipiras, Borboletas, Lagartas em transformação, Quadrilhas, Pau de Fita... de um tudo inimaginável.  Esse ano tinha até pipoca de São João, e é possível que o próprio São João tenha se surpreendido com elas. 

E depois de 5 dias nesse Mundo Paralelo, é duro voltar pro mundo real! O pé fica meio fora do chão, a cabeça cheia de idéias, o coração abastecido e apertado ao mesmo tempo e a cara com um certo ar “besta” de felicidade, causando estranheza nas pessoas que não conhecem esse outro mundo.

O que consola é que a energia acumulada nesses contatos dançantes é suficiente para esperar a saída da próxima nave para esse mundo fantástico. E uma boa notícia: este ano só será preciso esperar 345 dias! Até lá!                         (Sandra Mazzoni – 27/06/2011)



IX ENCONTRO BRAASILEIRO DE DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS                          A ARTE DA SÍNTESE - de 02 a 06 de junho de 2010



VIII ENCONTRO BRASILEIRO DE DANÇAS CIRCULARES... SAGRADAS                       O PODER DA TRANSFORMAÇÃO - de 10 a 14/6/2009

Participar do Encontro Brasileiro de Danças Circulares é uma experiência imperdível a todos aqueles que estão ligados e este movimento. Por esta razão foi que, durante o Encontro de 2009, senti uma vontade imensa de registrar algumas imagens com meu celular, pegar as fotos que a Gaby tirou com sua máquina e abrir este espaço no nosso site para contar pra todo mundo como é bom participar.

A Organização

Renata Ramos (Triom), Sonia Lima (Oisca) e Andrea Leoncini (Awake) lideram uma equipe criativa, animada, organizada, simpática e que é capaz de satisfazer a gente até quando diz não.



O Local
Lindo, confortável e inspirador.
Uma comida deliciosa e tentadora. 



O QUE ACONTECE LÁ

Pela manhã

Elas sempre abrem os trabalhos puxando a Roda com a música tema do ano. A desse ano foi Life is Eternal – Carly Simon. Ouça e veja o significado desta linda canção no link a seguir.

http://www.youtube.com/watch?v=vqrTPvRzUFE



Em seguida fazemos um aquecimento com um casal muito especial de professores de Educação Física – Cambises e seu “auxílio luxuoso”, Cláudia.

Este ano tivemos:

Na quinta-feira a Vivência no Labirinto com Allan Lopes e Palestra sobre Transformação com Yasuhiko Kimura;

Aí estão os dois ladeando a Maria Cristina Bonetti, nossa mestra paulista que vive em Goiás.


Allan Lopes é Geobiólogo, ou médico de casas.  Há mais de 10 anos assegura que as casas possuam saude e energia para que seus habitantes possam preencher seus potenciais de vida. www.allanlopes.com.br

Compartilhou conosco a sua experiência com Labirintos, falando de suas origens e nos mostrando que eles estão presentes no céu, no mar, na terra, e em nós e que percorrer um labirinto é fazer uma viagem para o nosso centro e lá podemos encontrar respostas e transformar nossa vida.

Yasuhiko Genku Kimura é um filósofo. escritor e conferencista japonês radicado nos Estados Unidos desde 1983.

Kimura procura integrar o pensamento ocidental com as tradições espiritualistas orientais. Foi ordenado monge budista aos 21 anos de idade na escola Soto Zen, tendo também viajado pela Índia com o objetivo se aprofundar seus conhecimentos sobre filosofia e religião orientais. www.via-visioninaction.org

Falou sobre Transformação e que para isso precisamos nos encontrar com o Divino dentro de nós. Mencionou 4 passos importantes para esse encontro:  1. Dar incondicionalmente; 2. Perdoar incondicionalmete; 3. Agradecer sempre; e 4. Confiar incondicionalmente.

Na sexta: Jogo da Transformação com Olga Balian. Ela nos contou sobre a criação deste jogo e suas diferentes versões. Tivemos ainda a oportunidade de ter uma vivência com as cartas do Jogo, criando um propósito, tirando cartas de insight, carta de bloqueio e uma qualidade angélica que nos acompanhará para atingirmos o propósito escolhido. Se quiser saber mais sobre o Jogo da Transformação entre em  www.taygeta.com.br

Depois participamos de uma Vivência, pintando borboletas, conduzida pela Luana, e elas pareciam voar a medida que iam ficando prontas, e foram pousar lá no painel. Repare nas fotos que estão lá em cima: mostra o labirinto e uma borboleta e depois todas elas fazendo parte do painel.



No sábado, ouvimos relatos e painéis, onde pessoas que trabalham com as danças circulares compartilham suas experiências na educação, saúde e empresas. É uma troca muito rica, pois nos torna mais conscientes dos efeitos que as Danças Circulares podem provocar nas pessoas e nos grupos.


À Tarde

Tivemos 3 workshops, um a cada dia:

Ray Price, do País de Gales, que nos trouxe danças da Bretanha e duas coreografias de sua autoria. www.trouzbras.com

Paulo Sertek e sua esposa Selma que nos trouxeram Danças Gregas – hassapos, sirtakis, sirthos – muito rico! www.zorbas.com.br

Fátima Aguirre do Espírito Santo que nos brindou com Danças da Itália, super alegres e saborosas.


No finalzinho da tarde...

Ensaio de coral.... cansados, loucos pra tomar um banho e se arrumar para as atividades da noite, lá vai um grupo de pessoas cantar com Regina Arena e Paula Mourão. Aí, depois de uns tantos grrrrrrrrr....frrrrrrrrrr..... sssssss...... nung,nung,nung....ning,ning,ning....king,kong,kong.... king,kong,king,kong.... como num passe de mágica, o cansaço some e a voz aparece. Eu acho que elas são fadinhas, com varinhas de condão escondidas naquelas mãos que sobem e descem indicando se o tom vai pra cima ou pra baixo. Sim... elas conseguem... transformam pés cansados em vozes maravilhosas.

Paula à esquerda e Regina à direita.


À noite

Toda a noite tem Baile das 20h30 às 11h30, e se você pensa que acabou, enganou-se, porque depois de um chazinho tem o Pós-baile que vai até quase 2 da manhã.

No último baile, o de sábado, tem música ao vivo com a banda que vem todos os anos tocar pra nós e o coral canta.



Este ano teve show do “casal grego” dançando Zorba... lindos! Veja no link a seguir.

http://www.youtube.com/watch?v=C3d0jo32F1c

Um outro momento emocionante do baile foi quando dançamos Circular. O coral cantou, pois a Regina Arena selecionou esta preciosidade de música composta por Camila Costa e Luiz Guima e com coreografia de Lúcia Cordeiro. Quem filmou foi o Allan Lopes, mostrando o coral, a dança, a banda e a reação das pessoas. Veja no link.

http://www.youtube.com/watch?v=mVdD7wbaiow

Ainda tem a lojinha que funciona na 5ª, 6ª e sábado com livros, artesanatos, roupas, artigos para o centro de roda etc... fica difícil não comprar.
Lá encontramos a Maria e a Lúcia da Triom; a Mairany com seus centros de Roda maravilhosos; o Guataçara com seus produtos tentadores; a Patrícia Preiss, sempre com novidades;  a Alfarrábio, com roupas lindas; a Nice com sua camisetas decoradas com mandalas suaves e delicadas; e outros expositores.


Alguns momentos do Encontro



O domingo é reservado para a partilha de experiências no encontro, atividades de encerramento e entrega de materiais (CD, DVD, certificado)


De tudo que ouvi, durante a partilha, dois depoimentos, de pessoas que lá estavam pela primeira vez, me chamaram atenção. Uma delas disse que se sentiu bem acolhida e que todo o tempo havia alguém a seu lado, disposto a ajudar nas coreografias, nos passos e sempre de boa vontade. Uma outra pessoa disse que ficava impressionada como podíamos dançar até as duas da manhã, embalados apenas pela dança. Ela disse: " aqui não tem cerveja, não tem bebida... e todo mundo fica, como pode? Ano que vem eu volto!"

Uma outra coisa que ouvi foi de um recepcionista do hotel. Eu estava indo em direção ao Salão e ele me encontrou no meio do caminho e disse: "Eu adoro quando a "sua empresa" vem aqui pro hotel. É tão bom, as músicas são tão maravilhosas e eu fico lá da recepção só ouvindo." Percebi que não era só da música que ele estava falando, ele estava encantado com o clima que criamos e que certamente deve ser muito diferente de outros eventos que acontecem no hotel.

E aí, voltamos nós pra casa, reabastecidos com a energia contagiante de uma Roda tão forte. Este ano foram 240 pessoas.


ENCONTROS ANTERIORES: 

VII Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas



VI Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas 





V Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas




IV Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas





III Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas




II Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas




I Encontro Brasileiro de Danças Circulares Sagradas